terça-feira, 9 de outubro de 2012

naufrago romance

                                  CAPITULO 49 NAUFRAGO ROMANCE
                                     (ULTIMOS CAPITULOS)
Três meses se passaram eu e Arthur estamos mais unidos do que nunca já da pra ver uma leve saliência na minha barriga sim nosso bebezinho estava crescendo amanha e o nosso grande dia, o dia em que eu i Arthur vamos nós casar eu estou tão contente parece até um sonho estou mais nervosa do que nunca nesse momento eu e Arthur estamos indo até o hospital para ver qual é o sexo do nosso bebe e adivinha qual será a enfermeira que estará com nosco, se vocês pensaram que é a Sophia sim é a própria nesse momento eu i Arthur estamos na recepção esperando para sermos chamados por Soph.
      - nervosa – Arthur perguntou vindo por trás de mim e mi abraçando pela cintura, dando um selinho logo depois.
      -muito – falei mi virando e ficando de frente para Arthur e o abraçando – será uma menina ou um menino?- perguntei mi afastando do abraço e segurando na mão do mesmo.
      - já,já vamos saber – Arthur disse,o abracei novamente,nos braços dele eu mi sentia menos nervosa – amor,calma – Arthur disse depositando um beijo em meu coro cabeludo.
       - e ai casal, vamos logo porque eu to doida pra ver o sexo de minha ou meu afilhado – nos assustamos quando Sophia pareceu der repente e disse isso.
       - como assim a mel deixou você ser madrinha do bebê – Arthur perguntou, a vida da mel e da Sophia agora é so brigar pra saber quem vai ser a madrinha a eu não disse Amanda porque ela vai ser madrinha do meu casamento com o do  thur ela brigou com as meninas pra ser madrinha do bebê também so que eu e Arthur prometemos a ela que nosso próximo bebê será afilhado dela ai ela se contetou mais so que a Sophia e a mel brigam até hoje.
       - não,so que eu sei que eu é que vou ser então... Nem que pra isso a gente precisa brigar feio- Sophia falou convencida e eu e Arthur começamos a rir.
       - amiga vocês já estão brigando – eu falei entre risos.
       - ok!ok mais vamos ver o sexo desse bebezinho ai – Sophia disse chegando perto de mim e tocando minha a mesma.
       -vamos – falei animada olhei para Arthur que também estavam com um sorriso enorme ele mi deu um selinho e nós seguimos Sophia até uma sala adentramos a mesma.
       - deite-se  luinha – Sophia falou indo até uma bancada e pegando os equipamentos que eram precisos deite-me na maca que tinha ali Arthur sentou no meu lado direito numa cadeira que tinha ao lado da maca.
        -levanta a blusa – Sophia falou vindo até mim com um aparelho e um gel levantei minha blusa até a minha barriga esta descoberta por completo olhei para Arthur que estava com um sorriso lindo nós lábios olhando minha barriga levantei minha mão e toquei no seu cabelo nesse momento ele olhou pra mim e se abaixou um pouco mi dando um selinho depois levou seus lábios até minha barriga depositando um beijo ali também.
       - ta bom casal ternura deixa esses beijinhos e outras coisitas mais pra mais tarde – Sophia disse ligando um aparelho.
       - Sophia – chamei a atenção dela ficando corada Sophia não falou nada apenas sorriu, Arthur mi deu mais um selinho e se recompôs ficando sentando comportadamente ele segurou em minha mão e pós a assistir a cena Sophia passou o gel em minha barriga e logo depois colocando o aparelho de ultra-sumo sobre minha barriga o movimentando lentamente sobre a mesma,olhei para o computador que estava ali ao lado eu não conseguia ver nada apenas alguns borrões olhei para Arthur ansiosa ele também olhava para o computador querendo descobrir algo ali, logo depois desvie meu olhar para Sophia que tinha um sorriso largo nos lábios – e então soph oque é?-perguntei curiosa.
      - so um minuto luinha – Sophia disse olhando mais uma vez no computador pra ter certeza e logo depois olhou para mim e para Arthur.
     -Sophia quer que eu tenha um treco diz logo – foi a vez de Arthur reclamar.
     -vocês tão vendo isso aqui – falou apontando pra uma coisinha no computador a gente é apenas assentiu – e a mãozinha e esse é o pezinho – disse apontando para outro ponto nesse momento meus olhos se encheram de lagrimas – e esse aqui o sexo da bebezinha de vocês – nesse momento eu não conseguir falar mais nada so chorar de alegria.
     - que dizer que é uma menina – Arthur perguntou oque eu queria perguntar so que não conseguia a Sophia apenas assentiu sorridente – a gente vai ter uma princesinha amor – Arthur disse segurando em minhas duas fases e mi dano um selinho demorado.
      - sim, uma bebezinha muito, muito, muito linda – falei lhe dando mais um selinho.
     - com a mãe que tem é impossível de não ser - Arthur falou mi olhando nos olhos e logo depois mi dando um beijo de verdade sua língua invadiu minha boca facilmente começamos a nós beija e até esquecemos-nos da presença de Sophia ali, só percebemos que ela estava ali novamente quando ela soltou um suspiro eu e Arthur paramos o beijo e apenas deixamos nos lábios colados virando o rosto minimamente para vê la.
      - eu vou enchê-la de babadinhos rosas –  Sophia falou com um brilho nos olhos – eu e Arthur voltamos a nos beija novamente entre risos.
CONTINUA...
        

amor oposto




                                          CAPITULO 49 AMOR OPOSTO
Acordei após sentir a mão de Arthur acariciar delicadamente meu pulso eu estava com a cabeça repousada sobre seu peito minhas mãos também estava sobre o mesmo, eu não havia mi mexido ainda então Arthur não percebera que eu estava acordada, soltei um silencioso sorrisinho ao mi lembra da noite interior foi perfeita Arthur mi tratou com todo carinho que eu jamais o seu estado de não poder movimentar as pernas não interferiu em nada ele era perfeito e mi deu prazer o suficiente pra mi fazer esta morrendo de cansaço e dormir logo depois dentre os seus braços agora voltando a realidade eu estava ali deitada ao lado de Arthur, Arthur havia colocado sua Box e eu minha calcinha mais meus seios ainda estavam descobertos apenas com um lançou os cobrindo eu mi sentia a mulher mais feliz do mundo em sinal a ele que eu havia acordado mi mexe um pouco fazendo meu corpo subir um pouco pra cima e meu rosto encaixar perfeitamente  na curva do seu pescoço depositei um beijo ali.
        - bom dia – falei com a alegria bem estampada em meu rosto levantei um pouco meu rosto e dei lhe um selinho após esse ato,olhou para o seu rosto por inteiro ele tava estranho sei la,triste com alguma coisa – tudo bem? – perguntei.
       -na verdade não – respondeu olhando para o nada,com um olhar distante,mais porque aquilo eu estava mi sentindo ótima aquela fora a noite mais especial que eu estivera até hoje..... a não ser que...a não ser....o meu deus é claro eu sabia eu dissera a ele que aquela era minha primeira vez eu não tinha experiência esse era o problema eu não fui boa o suficiente na cama.
      -Arthur desculpa – sussurrei mi sentando na cama e levando o lançou junto comigo tampando assim todo meu corpo deixando apenas minhas costas de fora – eu... Não fui... Boa o suficiente... - eu sussurrava e gaguejava sem parar uma revanche de vergonha mi me dominou não sabia como dizer aquilo.
      - oque esta dizendo? – Arthur se sentou também, com uma expressão confusa no rosto.
      - você era tão experiente já eu...- falei rápido demais.
      - ei...ei calma – Arthur falou mi cortando  e segurando em minha mão – oque esta dizendo,você foi demais,essa foi a melhor noite que eu já tive em toda minha vida, você é perfeita – Arthur disse acariciando meu rosto a cada palavra que ele falava eu ficava mais corada ainda.
       - então oque ta acontecendo – perguntei confusa olhando seu rosto ele tava com uma expressão de magoa no olhar.
       - eu pedi pra você mi avisar se eu ti machucasse, e você não avisou – Arthur falou com um tom de voz acusador.
       - porque você não mi machucou – expliquei confusa.
       - lua pelo amor de deus – Arthur aumentou o tom de voz – oque é isso então – Arthur disse segurando em minha mão é a levantando fazendo com que ela ficasse entre nos dois e apontou para o meu pulso,onde tinha uma marca roxa ao redor do mesmo,nesse momento mi lembrei do dia interior e como aquela marca foi para ali, meu coração começou a bater freneticamente,não era pra Arthur ter visto aquilo,que explicação eu iria dar a ele eu não podia conta a ele oque realmente tinha acontecido,mais também não eu poderia o deixar pensando que aquilo foi culpa dele – lua você deveria ter mi dito eu ia tenta parar – Arthur falou com um tom bravo e triste ele se afastou um pouco de mim e foi para a beira da cama e logo depois deslizou para sua cadeira, fazendo com que ela se movimentasse de um lado para o outro do quanto nervosamente.
   - não foi você – sussurrei baixo o suficiente para que so eu ouvisse.
   -que?- Arthur perguntou, parando de frente a cama
   - não foi você que mi machucou – falei um pouco mais auto, desviando meu olhar para minhas mãos.
   - lua pelo amor de deus não tente dizer que não fui eu, esse roxo no seu pulso foi forçado ta bem, como eu pude ser tão irresponsável eu deveria ir com cautela – Arthur falava passando a mão violentamente no cabelo e continuando se movimentando de um lado para o outro com auxilio da cadeira de roda, levantei minha cabeça e o olhei como ele estava decepcionado com se mesmo, mais não fora ele, a cada vez que ele se culpava eu ficava com mais raiva de me mesma por não ter contado a verdade antes a ele, so que eu não podia caramba – isso nunca aconteceu, eu não sei oque deu em mim,eu nunca havia machucado nenhuma garota,e isso tinha que acontecer logo com você como eu pude ser tão idiota- não aquentei mais ver ele se culpando daquela maneira mi levantei rapidamente da cama ainda enrolada no lançou e fui em direção de Arthur ele não vira eu mi levantando estava ocupado demais se culpando.
       - Arthur para, para de se culpa isso não foi sua culpa ok!!! – lua gritou parando em sua frente e apontando para o roxo no seu pulso.
      - como não, não tente tirar a culpa de minhas costas já disse – Arthur disse alto também saindo da minha frente e indo para o lado da cama mi encaminhei novamente até o mesmo e mi sentei na cama ficando de frente para ele.
      - não seja idiota Arthur, você não pode ser a única pessoa no mundo que pode fazer um roxo no braço de uma garota – falei sem pensar so mi dei conta da burrice que eu tinha falado quando Arthur franziu o cenho querendo um explicação tratei logo de arrumar oque eu tinha dito – tava tudo bem antes de você vir com essa suposição ridícula você ta acabando com meu dia Arthur, fez com que a melhor noite da minha vida se tornasse uma mar de pesadelos – falei enchendo meus olhos de lagrimas e indo para o meio da cama abracei meus joelhos e enterrei meu rosto no mesmo deixando que as lagrimas caíssem,senti quando Arthur saiu da cadeira de roda e se sentou na cama se aproximando de mim aos poucos.
      - então quem ti machucou?- Arthur perguntou num tom sombrio.
     - ninguém! – responde fria sem olha lo com o rosto enterrado entre meus joelhos ainda, nessa altura o lançou estava cobrindo apenas as minhas pernas e meus seios minhas costas estava toda a mostra.
     - lua – Arthur mi chamou querendo uma explicação melhor. Oque eu ia falar que o Vitor quase mi bateu na faculdade não ia mesmo – lua,diz alguma coisa – Arthur mi chamou novamente depois de alguns minutos de silencio entre ambos.
     - eu coloquei um miojo no fogo – que?que historia era aquela que eu tava inventado miojo???mais fora a única coisa que veio a minha mente no momento levantei minha cabeça é o olhei para ver sua expressão tava ilegível ele apenas estava com um olhar intenso sobre mim so que eu não sabia definir como estava sendo a sua reação, limpei algumas lagrimas que estava acumuladas no meus olhos e desviei meu olhar do dele não conseguia mentir com aquele olhar penetrando de Arthur dentro do meu eu ia acabar gaguejando,respirei fundo e prossegui – e mi esqueci dele no fogo – continuei com a mentira descabida- daí eu fui tomar banho quando eu sai senti cheiro de queimado corri até a conzinha mais pelo motivo de minha pressa acabei batendo o pulso na porta ao passar – meu deus que mentira era aquela,de todos os meus anos aquela fora a pior mentira que eu já inventara,era ridícula o medo de Arthur não acreditar em mim,mi dominou e nem a coragem de olhar nos olhos dele eu não tinha continuei com a cabeça cabisbaixa passaram se alguns minutos e nem um di nós falamos nada,mais der repente Arthur mi abraçou de uma hora pra outra, coloquei meus braços ao redor de seu pescoço é o apertei contra meu corpo suas mãos deslizaram até minha cintura mi enlaçando entre seus braços nossos corpos estavam unidos e a única coisa que segurava o lençol agora era o corpo de Arthur unido ao meu se ele se afastasse pelo menos um pouquinho o mesmo caia revelando meu corpo semi nu.
       - tudo bem olhos lindos – Arthur disse acariciando meu coro cabeludo- eu não sei o porquê você esta mentindo pra mim so que eu vou respeita seu tempo – quando Arthur disse isso um calafrio passou por todo o meu corpo então ele não tinha acreditado na minha mentira esfarrapada também quem tinha?-  por favor não chora – Arthur disse se afastando um pouco de mim nesse momento o lençou quase caiu so que eu fui mais rápida e o segurei olhei para arthur com as bochechas rosadas,ele  abriu um sorrisinho no canto dos lábios – eu já vi tudo que você tem ai em baixo – Arthur disse apontando para o lençol, ta eu tenho certeza que eu fiquei vermelha.
      -Arthur!- exclamei dando lhe um tapa nos ombros fazendo o rir auto.
      - oque foi não deveria ter vergonha de mostra lo- arthur disse apontando para os meus seios- eles são lindos – ta bem agora eu queria ser um avestruz e poder enfiar minha cabeça num buraco – não fica vermelha amor - Arthur disse acariciando meu cabelo e rindo sem parar
      - cala a boca – gritei não aquentando e começando a rir também dobrei o lençol em meu corpo como se dobra uma toalha de banho para que ela não caísse do meu corpo e assim tive as duas mão livres para tampa meu rosto – você é um idiota – gritei dando um leve empurrão nele ele riu mais ainda.
       - e você é linda e sexy-  Arthur disse parando de rir e se aproximando de mim abri uma flechinha entre meus dedos é olhei para o rosto de Arthur que estava a milímetros dos meus ele tava com um sorrisinho malicioso nos lábios.
      - eu sou sexy-perguntei tirando as duas mãos do meu rosto e colocando na nuca do mesmo.
      - muito sexy – Arthur sussurrou e logo depois começou a dar leves selinhos nos meus lábios ele tava mi provocando eu sabia disso ele desviou seus lábios dos meus e foi para minha orelha dando varias mordidinhas ali,se ele queria provocação era provocação que ele ia  ter, eu fui para o pescoço dele e comecei a dar vários beijos molhados ali vi que Ele se arrepiou so que não cedeu subi até sua orelha é encostei meus lábios na mesma Arthur parou um minuto de mordiscar minha orelha e prestou a tenção no que eu tava fazendo.
      - você ta conseguindo mi deixar excitada amor – sussurrei com o tom mais sexy que conseguir é não precisou mais uma palavra para que Arthur mi derrubasse na cama, e logo depois cair sobre mim.
      - agora você vai saber oque é ficar excitada, benzinho – Arthur disse perto da minha boca com uma voz metalizada e completamente sexy o puxei pela nuca juntando nossos lábios é assim começamos a fazer tudo de novo do inicio pela segunda vez.

A thousand years




Capitulo 2

Lua não entendia como avia chegado ali, suas pernas bambas, coração acelerado as lagrimas caiam mais e mais, hipócrita, isso um bando de hipócritas. Lua não chorava pelo a que aviam feito, na verdade nunca se permitiu importar com esse tipo de coisa, era acostumada, afinal de contas, uma nerd, mau vestida, o que podia ser mais?
   Lua estava sentado em um banco que ficava em um ambiente afastado do colégio, mas na mesma área, era um lugar onde sempre ia, quando queria ficar sozinha ou quando precisava pensar, aquele lugar lhe permitirá sentir em paz, com si mesmo. Lua nunca viu nenhum de seus colegas ou outra pessoa se quer que fosso ali, ela chegou até a julgar de que seria a única a conhecer aquele parte do colégio, e agradecia mentalmente por isso.
   Lua ficou ali, pelo que podia julgar horas, mas não passou mais de 10 minutos,  sozinha ela e seus pensamento, ou talvez não...
    Os pensamentos ainda rodavam a cabeça de Arthur, por que de uma hora pra outra, ele se permitira pensar e se importar tanto com uma pessoa, que não sabia nada mais, nada menos que o primeiro nome, aquilo era de fato algo muito estranho.
  Lua era o tipo de garota que nunca lhe chamou a atenção, esse tipo de gente passava despercebido pelos olhos de Arthur, a não ser que você para curtir com sua cara. Apesar de Lua, ser uma nerd, mal vestida e horrorosa Arthur nunca avia feito nada a ela, não sabia o porque realmente, estudavam juntos a dois anos, quando Arthur reprovou de ano e teve que repeti o primeiro ano novamente. Sempre soube que Lua era muito inteligente, a um tempo atrás ele admirava muito isso. Arthur sempre foi um garoto do bem, não tirava as maiores notas da turma, mas sempre se saia bem em todas as matérias, até em matemática, na verdade era umas de suas matérias preferidas. Mas depois da morte do seu pai, Arthur se fechou completamente, tanto para as pessoas, quando para os estudos, começou a faltar muitas aulas, não se esforçava nas atividades e provas o que o fez repetir de ano
   Talvez de Lua o houvesse conhecido a dois anos atrás, eles podiam ter se dado bem, quem sabe?
   Arthur caminhou direto até uma parte do colégio, que ele achava que ninguém conhecia, nunca avia encontrado ninguém ali. Era um lugar onde lhe transmitia tranqüilidade, sempre que sentia falta do pai e queria ficar sozinho, eis o seu refugio.
   Ao se aproximar, percebeu que não estava sozinho ali, tinha mas alguém, mas quem seria? Escutou alguns soluços, alguém estava chorando, era o que pelo menos ela julgava. Deu mais alguns passos e pode perceber Lua olhar para o nada, as lagrimas corriam pelo seu rosto e o vento soprava forte, fazendo com que seus cabelos voassem contra o mesmo.
 Arthur sentiu seu coração se apertar, não sabia explicar o que estava sentindo, mas ao vê-lo assim, o deixava muito mau. Mas que diabos estava acontecendo, por que ele se importava tanto? Ele não a conhecia, definitivamente não, não era possível. Por mais que sua mente, gritasse para que ele virasse as costas e fosse embora, uma parte de si,o proibia de se afastar dali, e que poder essa parte era mais forte.
- você esta bem? – perguntou se sentando ao lado de Lua. Ela não respondeu apenas continuou olhando o vazio. – olha desculpa se eu te tratei mau, mas é que... bom... eu não sei... mas você podia dizer alguma coisa...
- dizer o que? Obrigado por você se preocupar comigo depois de ter me humilhado, na frente de todo mundo? A ta obrigado por se mais um que tenta tornar minha vida um inferno – disse irônica, mas não o olhou.
- olha desculpa, mais eu...
- quer saber, esquece, vai continua com seus amiguinhos idiotas, já tenho problema demais não preciso que me arranjem mais um. – falou Lua  se levantando em seguida, Arthur segurou seu braço.
- olha foi mau mesmo, mas eu... – Arthur não sabia o que dizer, não sabia o por que de esta ali, se desculpando por isso, ele não era assim, nunca foi, talvez antes, mas isso já fazia muito tempo. – serio, eu não queria ter te feito chorar me desculpa er... – Arthur foi interrompido por uma gargalhada irônica, vindo da figura a sua frente, ele não estava entendendo mais nada.
- me fazer chorar? Garoto deixa de ser estúpido, não me importo, nunca me importei pelo jeito que me trataram, to nem aí  nem pra você muito menos pra eles,  que você acha que eu sou? Uma idiota? Errado, pouco me importa pelo jeito que me tratam, que se danem todos vocês e me solta. – completou e saiu pisando forte.
  Arthur estava boquiaberto, era isso mesmo que havia acabado de escutar? Nunca imaginou que seria assim, imaginou Lua como uma garota frágil e tímida, mas estava enganado e de uma certa forma ou melhor de todas as formas possíveis, ele a intrigava e muito, e ele estava disposto a saber qual era a dela.




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

COMUNICADO

Comunicado
 Bom, queria pedir desculpas por ter me afastado do blog ultimamente, mas tava passando por alguns problemas pessoais e familiares, meu avô faleceu a 2 semanas atrás, o que ainda ta sendo muito difícil, é uma grande perda na minha família do qual não estavamos preparados até então. Como se não bastasse a escola ta me sugando totalmente, muitos trabalhos e avaliações que não me davam tempo pra nada, e como se não bastasse tinha meu curso que infelizmente tive que desistir por esses e outros motivos, fiquei muito chateada comigo mesmo por isso, afinal faltava pouco mais que 1 mês e meio pro fim do meu curso de tecnologia digital a distancia, mas não pude mesmo concluí-lo, era muito conteúdo e atividades e eu não conseguia fazer tanta coisa em tão pouco tempo, mas o importante é que a vida aqui segue e outras oportunidades viram, só espero que vocês tenham me compreendido e não fiquem com raiva de mim por ter sumido por tanto tempo, mas com fé em Deus, eu vou voltando aos poucos com mais webs pra vocês. Beijos!!! Adoro vocês!!!  

Wilma Carvalho

A thousand years



A thousand years


Capitulo 1

  Lua tinha acabado de deixar sua carta no correio e seguia em direção a escola, agora vocês se perguntam que carta seria essa? Bom... desde que Lua entrará para o ensino Médio, ela já teria em mente o que ela queria para seu futuro, ou seja cursar uma boa faculdade nos estados unidos. Lua sempre foi uma boa garota, com notas acima da media, ela nunca teve problemas com isso.
  Ao entrar pelo portão do colégio, Lua pôde perceber que a metade das pessoas a olhavam, sempre foi assim, mas Lua nunca se importou, ela só tinha um lema ali, estudar e passar numa boa faculdade, arrumar um bom emprego e poder cuidar da saúde do pai, que era a pessoa que mais amava no mundo e a única, bom... talvez por pouco tempo, mas isso nem ela mesma sabia ainda...
  Todos aqueles olhares de nojo e incredulidade  sobre si, por mais que as lideres de torcida a zombava pelo o que vestia, o que era simplesmente, uma baby look  rosa claro,uma saia a baixo do joelho, um rabo de cavalo bem feito e um tênis desbotado, Lua nunca se importou e não era agora que se importaria.
   Seguiu direto para o refeitório, desajeitada mente  com seus inúmeros livros sobre o braço, ao parar na entrada do refeitório alguém esbarrou sobre si, fazendo assim que todos seus livros viessem a baixo.
  Lua se abaixou rapidamente, sem nem olhar pra quem avia esbarrado nela, na verdade, apenas pegaria seus livros e sairia dali, não aquentava mais aquele monte de gente a olhando e rindo de si, como eu já disse ela nunca se importou, mas agora as coisas estavam ficando piores, quando o problema era só as pessoas Casoando  dela, ela conseguiria suportar, mas agora seu pai... oh céus, não podia nem pensar no pai, tentava ser forte por ele, nunca chorou na sua frente, tentava esconder a tristeza, mas agora quando estava longe e ao lembrar dele, seu coração se apertava e a vontade de chorar a consumia.
  Pegou todos os livros, mas se manteve abaixada, seja quem fosse quem a avia derrubado, não importava agora, a única coisa que queria era esta longe dali, para poder chorar em paz. Sentiu uma lagrima escorrer dos seus olhos, a limpou rapidamente, mas não conseguiu controlar o turbilhão delas que veio logo a seguir, levantou de pressa, ia se virar e sair correndo, mas sentiu uma mão segurar seu braço, se arrepiou completamente, sentia suas pernas bambas, mas como assim...?
- você ta bem...? – a pessoa pelo qual, tinha a voz mas maravilhosa do mundo, lhe perguntou em tom preocupado?
 -eu...- antes mesmo que Lua pudesse responder uma criatura de lá sei onde apareceu.
- Arthur? Posso saber o que esta acontecendo aqui? – sua voz era completamente irritante.
- ora, como não, apenas perguntando se a nerdizinha precisava de um lenço, oh coitada – mas como assim? Cadê aquele cara totalmente preocupado? É talvez Lua estivesse vendo coisas onde não tinha e pode perceber os risinhos a sua volta, claro aquele era Arthur Aguiar, quem não o conhecia? Sua fama, seu dinheiro, sua estupidez... ele nunca mudaria mesmo, como tinha sido boba.
- não, eu não preciso... – disse apenas e saiu correndo deixando algo cair.
  Não Arthur não queria ter feito isso, como não queria, mas ele era assim e não mudaria. Sem nem ao menos saber por que, mas se sentiu mau por ter feito aquilo com Lua, não entendia o por que, sua vida era atazanar a vida dos nerd’s daquela escola, mas nunca avia feito nada com Lua, se sentiu mau ao vê-la chorando, não queria a tratar mau, talvez o verdadeiro Arthur ainda existia dentro dele, mas isso só viria com o tempo, não tão distante assim.
- idiota – Alice disse rindo,Alice apenas uma líder de torcida fútil, que só servia pras necessidades de Arthur, se é que me entendem. Apesar de ficar com inúmeras garotas, Alice era que digamos... sua ficante  oficial, bem que ela queria mais que isso, mas conhecendo Arthur do jeito que era, sabia que era impossível, ou quase impossível, quase, mas não pra ela. Mesmo não tendo nada fixo com Arthur, ela sabia fingir bem que era, afinal, a popular com o popular, pelo menos era isso que ela achava, doce ilusão.
- é idiota... – falou Arthur sínico, não era isso que queria dizer, mas foi o que disse, a única coisa que não entendia era o porque, ele nunca se importou com ninguém, além de si mesmo, sua mãe e sua irmã o resto que se exploda.
- vou comer alguma coisa, vem gatinho? – perguntou Alice passando o braço ao redor do pescoço de Arthur, Arthur não sabia o porque de ainda a suportá-la, talvez pelo fato de ter seios incríveis, é somente pelos seis, que ela fazia questão de expor bem, com aquele decote absurdo, mas quem se importa?
- vou sim, pode ir na frente... – se afastou de Alice, precisava respirar, essa por sua vez antes de se afastar totalmente, deu lhe um selinho, e apertou sua bunda de leve, nojenta,  se afastando em seguida, lhe deu uma piscadela e adentrou ao refeitório, é somente pelos seios incríveis, era o que Arthur pensava.
  Assim que Alice e suas seguidoras, saíram o deixando sozinho, Arthur decidiu ir em um lugar, que ia sempre para refletir, se bem que nunca funcionou com ele, bom... pelo menos não agora, porque se funcionassem talvez ele pudesse ser diferente, ou talvez, isso estive preste a acontecer... Arthur viu algo brilhando no chão  e se abaixou rapidamente, era um colar, onde avia um coração, daqueles que vinham com suporte para foto, Arthur abriu o coração e pode encontrar uma minúscula foto, de uma linda criança de mais ou menos 6 anos e uma linda mulher loira, as duas sorriam, pareciam muito feliz, e aquela criança ele bem sabia quem era, mas não queria se preocupar com isso agora, precisava, encontrar a “nerdizinha” como ele avia a tratado minutos antes, de uma certa forma, da qual não conseguiu imaginar, ela o intrigava como ninguém nunca antes, colocou a colar no bolso da calça, ele iria procurá-la, não sabia pra que, só faria o que sentia eu devia naquele momento, algo de errado estava acontecendo com ele, e ele precisava saber o que era.

Escrita por: Wilma Carvalho
E aí rola comentários...?

web luar parece esta escrito

Web luar parece esta escrito cap: 42

Pvo Lua

Lua: vocês se conhecem? – perguntei meio confusa. Percebi que Arthur ficou meio estranho, diga-se muito nervoso, enquanto Alice sustentava um sorriso no rosto que não pude identificar ao certo o que queria dizer.
Victor: vocês já se conheciam amor? – perguntou tranqüilo olhando para Alice.
Alice: a gente...
Arthur: a gente... éramos colegas no ensino fundamental– disse rápido, mas não me passou nem um pouco de confiança, aquilo tava muito estranho, oh se tava.
   Não demorou muito e fizermos nossos pedidos, Arthur continuava estranho, ora disperso, longe, como se vivesse em outra época, ou ora nervoso demais, como se estivesse pouco a vontade com tudo ao seu redor, sentia que alguma coisa estava acontecendo, e ela iria me explicar direitinho. Alice se mostrou uma pessoa até que digamos, legal, mas tinha alguma coisa nela que não batia, não conseguia me sentir tão a vontade ao lado dela, ela era bonita, pude perceber que Victor gostava muito dela, só pela forma que a olhava, era bom saber que meu amigo estava feliz, mas era como se Alice não fosse pra ele, não querendo desmerecer nenhum dos dois, longe disso, mas sentia que Alice não olhava Victor da mesma forma que ele a olhava, ela era de todo modo fria, simpática, mas longe como se não se importasse, mas que sabia fingir bem. Só tinha algo que estava me incomodando muito, volta e meia sentia seus olhares sobre Arthur, olhares esses tão penetrantes, não sabia ao certo, mas o pior era que Arthur a olhara do mesmo modo. O jantar logo acabou nesse clima estranho, tentava me distrair com Victor esse que por sinal não pareceu notar nada, o que foi bom, talvez tudo aquilo fosse só paranóia da minha cabeça mas afinal, tínhamos muitos assuntos a colocar em dia.
Victor: então, acho que já ta chegando a nossa hora, né amor? – virou- se para Alice. – adorei jantar com vocês.
Lua: eu também, foi muito agradável, tava morrendo de saudades de você, vê se não some novamente ok?
Victor: não vou e você também menina. – nos  despedimos e fomos em direção a minha casa, Arthur, não disse nada o caminho todo, o que não era comum, ele continua como se estivesse em outro mundo.
Lua: Arthur o que esta acontecendo com você hein? – perguntei ainda dentro do carro.
Arthur: nada porque? – me olhou mais logo desviou o olhar.
Lua: talvez porque você ficou estranho o jantar todo – falei meio irônica.
Arthur: não é nada não se preocupe – finalizou me dando um beijo na testa.
   
 ***
  O final de semana passou rápido, Arthur continuava estranho, mau ficávamos juntos, sei que alguma coisa estava acontecendo, não sabia o que, mas desde aquele jantar muita coisa mudou entre a gente. Como era segunda-feira, dia de aula, tinha acabado de chegar na escola, Sophia e Mel tinham ido tomar café e eu estava sozinha no quarto, quando Arthur entrou pela janela me pegando desprevenida.
Lua: o que você...
 Arthur: a gente precisa conversar – Arthur estava serio, o que me deixou com um pouco de medo, tinha o pressentimento de que não viria coisa boa.

Continua...? Sei que passei um tempo sem postar e peço desculpas, mas preciso de comentários, que estão muito poucos ultimamente, não sei se não estão gostando da web, ou seria outro motivo, mas se não querem que eu continue com a mesma, só me avisem, não é legal escrever pra ninguém!

Bjsss... Wilma Carvalho

amor oposto


                                CAPITULO 48 AMOR OPOSTO
      -não ta acontecendo nada olhos lindos – falou tocando em minha face com um sorrisinho falso nos lábios.
      - Arthur você não mi engana oque ta acontecendo você ta tenso – disse com autoridade.
      - você também ta tensa – Arthur retrucou.
      -que?- perguntei confusa.
      - lua você também não mi engana você tava com uma carinha triste ao chegar aqui – Arthur disse segurando em minhas duas mãos e olhando em meus olhos – oque aconteceu?
      - nada demais, e eu perguntei primeiro – falei teimosa não queria tocar mais no assunto que mi levou a ficar triste, ou seja, saudade do meu pai e do meu irmão.
      -é essa cadeira... – falou apontando para a cadeira de roda que estava sentado comigo em seu colo – eu fico pensando como as coisas podem mudar tão der repente nunca imaginei que um dia eu pudesse precisar de uma cadeira para mi movimenta – Arthur falou cabisbaixo.
    - você sabe isso não vai durar por muito tempo so depende de você – falei levantando seu queixo fazendo com que ele olhasse em meus olhos – eu sei que você vai consegui superar isso – sussurrei lhe dando um beijinho de esquimó conseguindo tirar dele um sorrisinho, Arthur afastou um pouco sua testa da minha e com as duas mãos segurou firmemente em meu rosto fazendo nossos lábios quase se encontra.
     - brigada – sussurrou, seu hálito gélido tocou em minha boca mi dando uma sensação boa – obrigada por existe.
     - a agradeça ao meu pai e minha mãe – falei fazendo piada ele deu um meio sorriso e depois ficou serio novamente.
      - linda – sussurrou e logo depois foi encostando seus lábios no meu lentamente mi dando aquele gostinho de quero mais coloquei meus braços em sua nucas e com a mão puxei o seu cabelo fazendo com que nosso beijo se aprofundasse nossas línguas dançavam numa perfeita sincronia aos poucos ele foi passando sua mão por dentro de minha blusa, assim que os seus dedos quentinhos tocaram na minha barriga uma sensação boa passou por todo o meu corpo eu sabia oque estávamos prestes a fazer so que eu não sei se eu era boa naquilo seria minha primeira vez sim eu era virgem nuca mi senti a vontade de fazer sexo com nenhum outro garoto talvez por eu não ser apaixonados por eles se bem que não foram muitos namorados que eu já tive foram poucos por causa da minha antiga aparência de nerd e quando um dizia que mi amava era para transa comigo so que eu sacava de cara e acabava terminando ou eles que terminavam comigo por eu não querer oque eles queria, mais com Arthur era diferente eu queria ele mais que tudo so que não sabia oque fazer eu era inexperientes nesse caso já ele não posso dizer o mesmo,quando os o toque do seus dedos tocaram na barrinha de meu sutiã levei um susto pos senti que eu estava ficando molhada e logo depois soltei um gemido de prazer.
     - ta tudo bem amor? – Arthur perguntou ao reparti o beijo. 
     -hum- emiti um som qualquer quando ele ia começar outro beijo eu coloquei um dedo em sua boca criando uma parede entre nossos lábios ele olhou pra mim confuso eu tratei logo de explicar- arthur eu preciso te dizer uma coisa? – falei ficando com a bochecha rosada so que ele não percebeu eu nunca havia falado aquilo pra alguém quem sabia era apenas minha mãe.
       - algum problema?- Arthur perguntou franzindo o senho, fiquei alguns minutos calada tentando formular a resposta vi que Arthur tava inquieto – lua – Arthur mi chamou eu não responde continuei cabisbaixa – já sei não precisar dizer nada – notei um tom triste na sua voz ao dizer isso mesmo com vergonha levantei minha cabeça para olha –lo ele tava cabisbaixo – quem que gostaria de ter uma noite de amor com um um cara paraplégico – Arthur falou quase cuspindo aquelas palavras, ao ele dizer aquilo uma pontada aguda veio em meu peito,meu deus como ele poderia dizer aquilo isso nem passou pela minha cabeça.
      - Arthur pelo amor di deus oque esta dizendo – falei mi levantando do seu colo incrédulo – não é nada disso... Isso nem passou pela minha cabeça... Você não sabe oque ta dizendo – falei magoada com que ele acabara de dizer ele continuava cabisbaixo sem mi olhar – Arthur olha pra mim – falei mais calma após algum tempo calada, mais ele não o fez – mi agachei ao seu lado e segurei em suas mãos – por favor-  falei quase que numa suplica so ai ele mi olhou – eu amo você, e isso que importa e eu ti quero mais que tudo.
      - eu também ti quero mais que tudo olhos lindos – Arthur disse acariciando meu rosto – mais se não é isso porque você fugiu de mim?- Arthur perguntou sem entender-você tem medo que eu ti machuque, você... - ele começou a falar rápido de mais.
     - não, não, não... Não e nada disso – falei mi levantando e começando a anda de um lado pra outro quando mi dei por conta já não estávamos mais na sacada, estávamos dentro do quarto de thur ele estava logo atrás de mim – eu... Não sei... se eu sou... Boa o suficiente...  – falei com cautela parando de anda e olhando pra ele.
      - lua oque esta dizendo pelo amor de deus você é tudo que eu quero – ele falou incrédulo com que eu acabara de dizer.
     - e eu sei so que... - antes que eu terminasse de falar ele mi cortou.
     - lua vem Ca, senta aqui – Arthur mi chamou batendo no colchão ao lado dele, o mesmo já havia saído da cadeira agora estava na sua cama sentado e encostado na cabeceira da mesma, eu sei que vocês devem ta perguntando como ele conseguiu so que sua cama estava toda adaptada sem falar na cadeira que era de ultima geração tinha vários objetivos ele poderia fazer tudo com ela tia Kátia e tio Leonardo pensaram em tudo, caminhei lentamente até sua cama e sentei ao seu lado, thur colocou seus braços ao redor de minha cintura e eu encostei minha cabeça em seu peito – do que você tem medo – Arthur sussurrou dando um beijo em meu coro cabeludo.
      - eu tenho medo de não ser boa o suficiente pra você, eu não... – falei a verdade.
      - lua olha pra mim – Arthur falou segurando em minhas duas faces fazendo com que eu olhasse pra ele – você é tudo pra mim,agora você é minha vida,não deveria se preocupar com coisas bobas- eu respirei fundo e fechei os olhos com força.
      - thur – sussurrei ainda com os olhos fechados ele apenas acariciou minha bochecha dando sinal para que eu continuasse – eu...eu...- fala lua fala, Arthur se inclinou até mim mi dando um selinho outro sinal para que eu continuasse – eusouvirgem – falei rápido de mais nem eu consegue entender oque eu acabara de dizer.
    - que amor?-  Arthur perguntou confuso.
    - eu...sou...virgem – falei mais devagar dessa vez meus olhos ainda estavam fechados alguns minutos se passaram e tanto ele quanto eu não dissermos nada oque ele deveria esta pensando... fui abrindo meus olhos lentamente e olhando sua expressão mi vi confusa a olha lo ele estava com um sorriso torto nos lábios lindo como se estivesse mi admirando.
    - sabia que você fica linda com as bochechinhas rosadas – Arthur falou passando o dedo polegar em minhas maças, que devia tar pegando fogo de tanta vergonha – quer dizer que minha princesinha é pura ainda – falou com um ar malicioso nos olhos.
     -Arthur – o chamei a atenção ficando mais corada ainda.
     - eu amo você – Arthur disse tirando o sorriso malicioso e ficando intenso ao dizer aquilo.
     - eu também amo você, e eu sei que você é o cara mais que perfeito pra mi deixar impura – falei no tom mais sexy que consegue, acho que  deu certo vi que ele abriu um sorriso malicioso perfeito nos lábios.
     - tem certeza – falou se aproximando e mordendo o lábio inferior dando lhe um ar mais sexy ainda seus lábios rosaram nos meus fazendo com que aquele hálito gélido tocasse minha pele quente.
     - mais do que tudo – sussurrei contra seus lábios,quando sua língua tocou a minha uma carga elétrica passou por todo meu corpo o beijo foi se intensificando a cada toque de Arthur em minha pele eletrizada, suas mão passeava por toda a extensão de meu corpo,cochas,pernas,costas,nadegas, quando eu mi juntei mais a ele minha intimidade tocou rapidamente na sua percebi o quanto ele estava excitando dava pra perceber pelo volume latejante dentro de sua calça,eu também já estava bem molhada, todo o ar havia sumido de nossos pulmões,por isso Arthur deixou meus lábios e foram dando leves beijos por meu rosto até chegar em meu pescoço, nessa hora não estávamos mais sentados e sim deitados eu estava em cima do corpo de Arthur seus braços formando uma corrente fechada contra minha cintura mi apertando mais contra seu corpo, Arthur tirou sua atenção de meu pescoço e mi olhou nos olhos com um lindo sorriso, eu retribui após isso ele foi tirando minha blusa delicadamente revelando meus seios, quando minha blusa estava tirada por completo olhei para Arthur que olhava para meus seios com uma cara de tarado isso fez com que eu soltasse um risinho e logo depois corasse – assim não vale eu estou em desvantagem – falei dando a entender que ele não havia tirado nem uma peça ainda ele soltou um risinho e logo depois levantou os braços para que eu pudesse tirar sua blusa e foi oque eu fiz revelando logo adiante um corpo dos deuses seu peitoral era lindamente definido Arthur mi puxou para se, formando um outro beijo mais ardente ainda aos poucos o meu short e a calça dele foram parar em algum lugar do quarto eu estava apenas de Langeri e ele de Box quando Arthur ia tirar meu sutiã eu cortei o beijo.
     -tudo bem – Arthur perguntou ofegante vendo que eu havia excitado, eu dei lhe um sorriso em forma de dizer que sim – e então?-perguntou sem entender.
    - camisinha – responde corando ele mi deu um leve sorriso depois um selinho demorado após reparti o selinho esticou sua mão até um criado mudo que tinha ali abrindo uma gaveta e pegando a camisinha depois mi deu outro selinho quando eu ia aprofundar o beijo ele afastou os seus lábios do meu e segurou em meu rosto fazendo com que eu olhasse pra ele.
    - promete que se eu estiver te machucando vai mi avisar – Arthur falou tenso.
    - você não vai mi machucar – sussurrei olhando em seus olhos.
    - mais se... – Arthur já ia retrucar.
    - mais se nada – falei colocando um dedo em seus lábios – oque importa agora so sou eu e você... Ta – falei isso e ele abriu um leve sorriso e com sua mão pegou a minha que estava sobre seus lábios e a beijou logo em seguida.
     - ta – sussurrou mi puxando para se – eu amo voçe-sussurrou encostando nossos lábios.
     -amo você – sussurrei contra seus lábios. E assim eu tive a melhor noite de minha vida.
CONTINUA...
    
                            
                
      
   
       
       



         
         
       

naufrago romance


                                CAPITULO 48 NAUFRAGO ROMANCE
   As meninas me levaram para o quarto mi deitei na cama e fiquei ali encolhida sobre os lençóis e chorando sem parar mel,Sophia e Amanda não saíram de perto de mim um momento se quer elas ficaram ali mi dando força,já Arthur,há Arthur como ele havia mi decepcionado hoje ele nunca aparecerá aqui no quarto até agora.
       - luinha – mel mi chamou – você ta melhor? – perguntou cautelosamente, eu apenas fiz que sim com a cabeça, não queria deixa las preocupadas mais eu não estava bem, alguns minutos se passaram sem nenhuma de nós falar nada der repente uma ânsia de vomito enorme dominou todo meu corpo eu estava com a cabeça sobre o colo de Sophia, e Amanda segurava em minha mão fazendo leves círculos na mesma, já mel estava sentada na beija da cama nós olhando, eu necessitava de vomitar naquele momento puxei minha mão das mão de Amanda e a coloquei na boca logo depois de levantei do colo de Sophia e corri até o banheiro que tinha ali, dentro do quarto e indo diretamente na privada mi abaixei perante a mesma e pus a vomitar as meninas vieram logo atrás de mim, mel segurou meu cabelo para cima por enquanto Sophia e Amanda seguravam em meus ombros após alguns minutos de muito vomito as meninas mi ajudaram ir até a pia é escovar os dentes.
     - eu vou pegar uma água pra ela – Amanda avisou as meninas assentiram por enquanto eu escovava os dentes.
     - você ta melhor luinha – Sophia mi perguntou assim que Amanda saiu.
     - sim – responde ao enxugar minha boca – e normal isso acontecer quando a mulher ta grávida – falei com um meio sorriso falsificado, não queria deixa las mais preocupadas Sophia e mel apenas assentiram com a cabeça e mi ajudara ir até o quarto mi sentei na cama e logo depois elas fizeram o mesmo.
     - o Arthur é bem valentão não – mel falou com um meio sorriso.
     -valentão até de mais pro meu gosto, eu não conhecia esse lado agressivo dele – falei sem nenhum humor,nesse momento Amanda entrou no quarto com a água.
     - aqui a água pra nossa mamãe- Amanda falou sorrindo e mi entregando a água- ta melhor?- perguntou eu apenas assenti enquanto tomava a água.
     - brigada meninas de verdade vocês tão sendo de mais – falei colocando o copo em cima do criado mudo ao lado da cama.
    - e pra isso que servi as amigas – Sophia disse colocando uma mecha do meu cabelo atrás de minha orelha, todas nós olhamos para a porta ao ver a maçaneta se mexer e logo depois Arthur entra com uma expressão triste nos olhos ele olhou diretamente pra mim ficamos nos encaramos por alguns minutos até eu abaixar a cabeça e ficar olhando para minhas mãos.
     - meninas será que vocês poderiam mi deixar sozinha com ela – Arthur falou olhando para as meninas elas apenas concordaram com a cabeça  as três caminharam até a porta e antes de sair se viraram e olharam pra mim.
     - qualquer coisa agente ta la embaixo – Amanda falou e as meninas concordaram, logo depois elas saíram deixando apenas eu i Arthur no quarto ele trancou a porta e depois caminhou até a cama se sentando ao meu lado.
     - mi desculpa – sussurrou cabisbaixo – eu não sei oque deu em mim de repente eu tava agindo... – não deixei ele terminar a frase eu mesmo  a terminei.
     - como um idiota – falei levantando minha cabeça e olhando para ele que após eu falar aquilo ele também levantou a cabeça e mi olhou.
     - mi desculpa – falou de novo com um olhar suplicante – eu não vou suporta ver você com raiva de mim.
     - eu não estou com raiva de você Arthur, so que você deveria confiar mais em mim – falei meio triste
     - eu confio em você so não confio nele – Arthur disse com o mesmo tom que eu-aquele cara te tocando daquela maneira foi muito pra mim – Arthur disse aumentando o tom de voz.
     - você deveria ter se controlado mais Arthur – falei auto.
    - como que você queria que eu mi controlasse lua – Arthur disse exaltado se levantando da cama -vendo um cara tocando a mulher da minha vida daquela maneira, você não sabe como eu mi senti naquela hora você não faz a mínima idéia a minha vontade era de te lo matado eu so não fiz isso por amor a você e a nosso filho – Arthur disse se exaltando a cada palavra eu estava indignada com cada palavra que ele dizia, e uma vontade enorme de chorar mi consumiu, Arthur foi ate uma mesinha de computador que tinha ao lado da porta e colocou as duas mãos nela abaixando a cabeça e de costas para mim – eu amo você,e nosso bebe mais que tudo e eu prefiro agir como um idiota ao ver você sendo agarrada a força por qualquer imbessiu que seja – Arthur sussurrou sem mi olhar senti uma lagrima escorrer por meu rosto ao ouvir aquelas palavras ele foi se virando de vagar até ficar de frente pra mim – por favor mi perdoa – seus olhos estavam fechados quando ele abriu os olhos e mi olhou ele ficou com uma expressão de culpa e andou novamente até a cama se sentando ao meu lado – não chora por favor – sussurrou limpando com o dedo polegar algumas lagrimas que Caiam, por um impulso eu pulei em seus braços dando lhe um forte abraço ele colocou seus braços ao redor de minha cintura e mi apertou contra seu corpo enterrei meu rosto entre seu pescoço Arthur mi puxou para si fazendo com que eu ficasse deitada em seu colo, logo depois ele depositou um beijo em minha testa senti que ua bochecha estava molhada.
     - não chora – sussurrei contra seu pescoço – eu amo você – sussurrei.
     - eu também ti amo, mi perdoa – sussurrou.
    - ta perdoado  so não faz isso de novo – sussurrei ainda com a cabeça entre seu pescoço minha voz estava abafada por esse motivo.
     - não vai ser preciso, eu nunca mais vou deixar você sair de perto de mim – Arthur falou em um tom engraçado mi fazendo soltar um risinho, ele afastou um pouco seu corpo do meu fazendo com que meu rosto ficasse longe do abrigo de seu pescoço – nunca mais – falou olhando em meus olhos.
     - nunca mais – sussurrei para ele e logo depois nossos lábios se uniram formando um beijo apaixonante.
CONTINUA...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

AVISO


GENTE EU QUERO PEDI DESCULPAS A VOCÊS POR NÃO TER POSTADO ESSES DIAS, E PORQUE NÃO DEU DI VERDADE MUITAS COISAS ESTÃO ACONTECENDO NA MINHA VIDA ULTIMAMENTE POR ISSO ELA ESTA MUITO CORRIDA O MEU AVÓ FALECEU  NA SEMANA PASSADA E TA TUDO MUITO CORRIDO ESPERO QUE VOCÊS ESTENDAM.
MUITO OBRIGADA DÊS DE JÁ.
BJOS.
MILENA R.C

NAUFRAGO ROMANCE

                         CAPITULO 47 NAUFRAGO ROMANCE
      - eu vou matar o chay – Arthur disse quando eu afastei dele após um selinho.
      - relaxa a gente tem a noite toda – sussurrei contra seu ouvido, soltei um sorriso ao perceber que ele tinha se arrepiando.
       - luinha não faz isso – ele disse mi puxando mais para se com um biquinho.
         - hey vão começar de novo quando rosa nasce eu vou conta a ela o quanto vocês são safadinhos - chay falou se aproximando de mim e de Arthur junto com mel,vi Arthur se encosta na borda da piscina ele mi puxou junto mi abraçando pela cintura.
          - quem é rosa- lua perguntou já ficando com a cara brava, nesse momento so tava os oito na piscina os amigos do irmão de micael estavam na churrascaria.
          - rosa Maria o nome da minha sobrinha que você ta carregando ai – chay explicou sorrindo sincero e apontando para minha barriga, vi Arthur pigarrear atrás de mim tentando evitar a risada.
         - chay se essa criança for uma menina não vai se chamar rosa Maria ok- lua falou com cautela.
        - mais porque luinha esse nome é tão bonita – chay falou ingênuo, nesse momento  micael,Sophia,mel,Amanda,Arthur começaram a rir discretamente – o nome da vovó era bonito não era Arthur – chay apelou pra Arthur.
         - é chay só que a lua não gostou então... - Arthur falou se segurando para não rir até eu já estava achando graça naquilo.
        - mais chay se você quiser colocar esse nome na sua filha não tem problemas- falei rindo de sua cara quando abriu um sorriso enorme chay se virou pra mel com um sorriso esperançoso nos lábios.
        - a nem olha pra mim chay se a gente tiver uma filha não vai se chamar rosa Maria nem aqui nem na china – mel negou com a cabeça fazendo com que o sorriso de chay sumisse.
    Passamos a tarde ali nos divertindo, principalmente zuando chay ele caia tão facilmente nas brincadeiras agora já é por volta das 3 hs ta tarde.
       - meninas – vamos fazer um sanduíche eu já to com fome, Amanda nós chamou após sai da piscina.
       - bem agora que você comentou eu to com fome mesmo – falei ao ouvi meu estômago ronca – amor já,já eu to de volta ta – falei dando um selinho demorado em Arthur.
       - ta – sussurrou entre os beijos, sai da piscina e coloquei minha canga fazendo um vestido curto com a mesma.
       - meninas vocês não vão vir?– perguntei para Sophia e mel elas negaram – ok – falei é eu e Amanda fomos de encontro a conzinha eu é Amanda começamos a fazer o sanduíche, o meu eu estava fazendo em dose tripa tava morrendo de fome.
      - luinha eu vou ao banheiro ta – Amanda falou ao sair da conzinha eu apenas assenti e voltei a minha atenção para o sanduíche.
      - hey gatinha – Levei um susto ao ouvir  uma voz rouca mi chamar mi virei para a porta da conzinha é la estava uma um garota alto cabelos loiros com os olhos azuis ele era bem forte dava pra perceber que usava bombas pra adquirir aquele afeito, ele era um dos amigos do irmão de micael.
        - oi – sussurrei voltando a minha atenção para o sanduíche.
        - sabia que você e a garota mais linda  que eu já  vi– falou se aproximando de mim com um hálito de cerveja horrível que fez com que eu tivesse uma leve ânsia de vomito- você quer dar um role comigo essa noite.
        - não eu já to acompanhada – falei com um leve tremo na voz aquele homem tava mi dando medo.
        - a aquele cara que tava com você na piscina garanto que eu sou melhor que ele – falou se aproximando mais de mim tocando em minha face.
        - pois eu garanto que ele é melhor que você – falei dando um passo para trás.
        - ta com medo de mim florzinha eu não mordo só se você quiser e claro – ele falou segurando em meu braço e mi puxando para se.
        - mi larga  você ta mi machucando – falei deixando uma lagrima cair por meu rosto.
         - eu só vou ti machucar se você não ser boazinha caso ao contrario – falou entrelaçando seus dedos em meu cabelo e o puxando quando eu ia gritar por socorro ele tampou minha boca – não grita lindinha – disse aproximando seu rosto do meu fechei meus olhos tentando evitar a ânsia enorme vomito que dominava todo meu corpo.
          - larga ela – uma onda de alivio possuiu todo meu corpo ao ouvi aquela voz, na voz tinha um tom frio e de muita raiva.
        - vem fazer eu larga pana Ca -  falou com um sorrisinho irônico e apertando mais o meu braço nesse momento vi o olhar de Arthur ficar sombrio e num estante ele avançou no garoto mais por sorte o micael chegou bem na hora e o segurou se não eu não sabia oque poderia acontecer Arthur se debatia nos braços de micael compusivamente.
       - Jeferson sai daqui agora – ouvi micael  gritar com um tom feroz na voz o resto da galera nós olhava assustados logo atrás do mesmo – e nunca mais volta nessa casa, e fica longe do meu irmão – micael falou bravo.
       - a você acha mesmo que uma ameaçadinha de nada vai fazer eu larga essa gotosa cara esquece – falou irônico e se aproximando de mim com um sorriso pervertido no rosto varias lagrimas escorriam por meu rosto compulsivamente quando senti sua respiração batendo em meu rosto  percebi que Arthur se largou violentamente dos braços de micael  Jeferson que estava muito entretido comigo não percebeu, é após isso vi apenas Arthur segurando no ombro de Jeferson e lhe dar um soco na cara do mesmo fazendo com que seu nariz sangrasse após o primeiro soco vários outros vieram  quando vi que o garoto já estava com a cara completamente sangrenta  jogado no chão da conzinha com Arthur sobre ele completamente cego de raiva dando lhe vários socos fiquei mais desesperada ainda.
      - ARTHUR PARA POR FAVOR, PARA –  eu chorava e gritava ao mesmo tempo.
      - Arthur para cara desse jeito você vai matar o cara – chay falava, mais era como se ele não ouvisse  e continuava a espanca lo
       – chay mi ajuda a tira lo de cima dele – micael falou se aproximando de Arthur, chay foi logo depois. Após de muito esforço eles conseguiram separar a briga.
      - MI SOLTA CARALHO EU VOU MATAR ESSE CARA – Arthur gritava tentando escapar dos braços de chay e micael.
       - vamos chay vamos leva lo para fora daqui, e você – micael falou olhando para um canto que estava seu irmão e o resto de seus amigos – leva o seu amigo pra fora daqui agora – falou com autoridade e logo depois eles arrastaram Arthur para fora dali eu não estava mais sentindo minhas pernas era como se eu fosse desmoronar ali a qualquer momento  as meninas correram até mim mi segurando.
        - vem luinha vamos pro quarto você precisa descansa – mel disse mi apoiando para que eu não caísse e mi direcionando para o quarto as outras meninas estavam logo atrás de mim os meus soluços eram altos, minhas mão estavam tremulas aquele tava sendo um dos meus piores dias.
CONTINUA....
                            
       

  

AMOR OPOSTO


                               CAPITULO 47 AMOR OPOSTO
Já eram exatamente 7:30 da noite, passei a manha toda na casa de thur ele mi convidou para dormir na casa dele hoje então vi até em minha casa pra pegar uma muda de roupa e outras coisitas mais e incrível como eu e o simom nós tornamos amigos tão rápido ele até já mi chama de luinha de vez enquanto, não era difícil fazer amizade com ele uma pessoa maravilhosa, eu e Arthur estamos mais apaixonados do que nunca e o que mi deixava mais orgulhosa é que ele estava fisioterapia com tanta garra e força de vontade que mi dava a cada minuto certeza que ele era o homem da minha vida.
       - tchau mãe – falei mi despedindo de minha mão na sala da minha casa.
       - tchau filha – minha mãe falou mi dando um abraço – você vai passar o dia la amanha? – minha mãe mi perguntou.
      - eu não sei ainda mais qualquer coisa eu ti ligo – minha mãe apenas assentiu então eu caminhei em direção a porta quando toquei a maçaneta ela mi chamou.
      -filha o seu pai ligou mais cedo – minha mãe falou chamando a minha atenção – ele queria saber como você ta.
      - nossa quanto tempo que a gente não se fala mais – falei mi recordando da ultima vez que eu o vi no aeroporto é uma saudade enorme bateu fazendo com que meus olhos lagrimejarem – to com tanta saudade dele.
     - o meu amor ele também disse que ta morrendo de saudades suas falou que outra hora liga pra vocês conversarem – minha mãe disse mi abraçando.
      - tudo bem- falei discretamente limpando uma lagrima que havia caído -  eu preciso ir mãe – sussurrei mi soltando dela antes que mais lagrimas caíssem.
       - tudo bem meu amor – minha mãe concordou depositando um beijo em minha testa logo depois sair de casa pegando um taxi que eu havia chamado minutos antes ao entra no taxi dei o endereço da casa do thur para o motorista ao andarmos pelas estradas perante o vento que utrapassava a janela do carro tocando levemente minha face e os grande prédios que passavam perante meus olhos varias lembraças vieram em minha cabeça, eu juntamente com meu pai é meu irmão deixei que algumas lagrimas caíssem a que estavam acumuladas durante esses últimos tempo meu sentido foi diretamente na pequena e delicada pulseira que estava em meu pulso um símbolo mais que importante,quando dei por mim já estávamos em frente a mansão de Arthur tratei de limpa as lagrimas que estavam em meu rosto depois de pagar o motorista caminhei em direção a casa e antes de tocar a companhia passei a Mao mais uma vez para verificar que tivesse alguma prova ali que e eu havia chorado não tinha so que eu tinha certeza que eu estava com uma cara abatida toque a companhia e logo depois dona Kátia mi atendeu.
      -a querida que bom que você chegou entre- falou dando espaço para que eu entrasse e foi oque fiz, o Arthur esta la encima fora tomar um banho – tia Kátia mi recebeu com um abraço – ta tudo bem querida você mi parece triste.
     - não e nada tia eu to bem, o tio Leonardo já chegou – perguntei mim sentando no sofá juntamente com a mesma, e tentando mudar a conversa.
     - sim, eu estou aqui – tio Leonardo que respondeu aparecendo derrepente na sala fazendo com que nos duas assustássemos.
     -tio que susto – falei com um meio sorriso e mi levantando para lhe dar um abraço.
     - nossa eu assusto as pessoas – falou fazendo com que eu e tia Kátia sorríssemos.
    - a o senhor nem imagina o quanto – agora que havia falado era o Simon que acabara de entra na sala.
     - aonde esta o Arthur Simon?- perguntei vendo que Arthur não estava ali.
     - esta no quarto ele disse que queria ficar um pouco sozinho – Arthur disse se sentando ao lado de tia Kátia- ele mi parece um pouco triste depois que você saiu – Simon falou.
     - eu vou até la – falei mi soltando do tio Leonardo e caminhando em direção ao quarto dele os outros não falaram nada apenas concordaram,o Arthur não dormia mais no anda de cima por causa das escadas, andei por um pequeno corredor  até chegar ao novo quarto de Arthur bati na porta e escutei um baixo “entra” toquei na maçaneta e abri a mesma olhei ao redor do quarto e nada dele olhei mais a frente e vi que ele estava na sacada de costa pra mim tranquei a porta logo atrás de mim e fui caminhando lentamente até ele,tampei seus olhos.
     - hum é pra mim adivinha quem é certo – Arthur falou com os olhos tampados eu apenas fiz um som afirmando – tudo bem, hum por acaso é a patrícia? – perguntou com um meio sorriso.
      - quem é patrícia – falei tirando as mãos de seus olhos e colocando a na cintura  ele mi olhou com um sorriso zombado nos lábios – vamos Arthur quem é patrícia – falei a ultima palavra quase cuspindo aquele nome ridículo.
     - uma garota que veio mi visitar depois que você saiu – falou sem mi olhar, olhando para frente onde mostrava o rio de janeiro (oque a lua não sabia é que ele estava sorrindo se divertindo com a cara dela)- ela era bem bonita – (Arthur se virou pra ela fazendo cara de que aquilo tudo fosse uma coisa normal quando ele viu como os olhos de lua estavam vidrados de raiva dele ele quase não se segurou e começava a rir mais eu disse quase)- ta tudo bem lua? – Arthur mi perguntou inocente, tudo bom tava tudo péssimo uma raiva tremenda invadiu todo meu corpo toda aquela historinha mais aquele sorrisinho no seu rosto estava mi irritando profundamente a minha vontade era de inchelo de tapas.
      - eu vou embora – falei com a voz mais fria que consegue falar com ele mi virei para sair da sacada e senti sua mão mi puxar e logo depois vim acompanhada de varias risadas – mi solta Aguiar eu vou embora – falei com um tom mais alto ele mi puxou mais para se fazendo com que eu sentasse no seu colo.
       - ei quanta braveza eu so tava brincando – falou entre algumas risadas – não conheço nenhuma patrícia so queria ver sua reação.
      - para de rir Aguiar isso foi a coisa mais sem graça que... – antes que eu terminasse de falar ele tomou meus lábios dando aquele maravilhoso “cala a boca e mi beija” no começo eu ainda tentei impurra- lo, pois eu ainda estava com raiva ele tinha mi feito de boba poxa, mais aos poucos eu fui mi entregando ao seus beijos os seus toques pela extensão de minhas costas, sua língua tocando a minha mi acalmava coloquei minha mão ao redor de seu pescoço  é estrelassei meus dedos em seu cabelo o puxando mais para mim aos poucos o beijo foi se tornando mais intenso até eu ficar sem ar e reparti contra minha vontade aquele beijo maravilhoso nossas bocas estavam vermelhas e a respiração estava ofegante soltei um risinho envergonhado por ter caído na armadilhinha boba dele,e ele soltou mais uma gargalhada lancei lhe um olhar mortal e ele parou de rir contra vontade mi puxando mais para se fazendo com que eu ficasse tipo deitada em seu colo.
       - noite linda – sussurrei depois de algum tempo calados olhando a noite linda que baixava sobre a cidade do rio de janeiro, estava com uma mão sobre o peitoral de Arthur é a cabeça repousada sobre o seu ombro Arthur não disse nada apenas continuou a alisar meu braço fazendo leves movimentos de vai e vem, ele não mi respondeu ficou calado ele tava tão calado depois da brincadeira que fez comigo – o meu pai mi ligou hoje queria saber como eu estava –falei tentando fazer com que ele falasse
Alguma coisa so que não aconteceu- ta acontecendo alguma coisa?–perguntei mi sentando direito em seu colo fazendo com que eu pudesse olhar seu rosto ele estava com um olhar triste que entes eu não tinha percebido.
CONTINUA....