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domingo, 3 de março de 2013

A Thousand years

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Capitulo 4:

Lua acordou sentindo sua cabeça latejar, tentou por impulso levantar da cama mais não conseguia, todo seu corpo doía, não fazia a mínima idéia do que tinha acontecido. Sentiu seu coração acelerar ao perceber que não sabia onde estava, rolou seus olhos para o que parecia ser um quarto, paredes brancas moveis em preto e uma enorme sacada, todo parecia muito chique e confortável, “meu Deus o que eu faço aqui” pensou. Sentiu um medo apoderar de si.
- mãe eu to bem eu so... – parou de falar ao entrar no quarto e perceber que um par de olhos castanhos os fitavam em confusão. – eu vou ter que desligar, ela acordou depois de ligo tchau, também te amo.
Desligou o celular e sentiu seu coração dar um pulo, ela havia acordado como explicar?.
- ér você ta bem? – perguntou com receio. Lua não entendia nada, como poderia estar ali com Arthur e ai meu deus será... – você não deve ta entendendo nada neh? Mais não se preocupe eu...
- o que eu to fazendo aqui? – perguntou se sentando na cama, tentou levantar mais tava muito fraca, sentiu-se tonta e abaixou a cabeça.
- você ta mesmo bem? – interrogou preocupado se sentando ao lado dela na cama.
- eu acho que sim, só minha cabeça que ta doendo um pouco, mas eu vou ficar bem, agora me explica... – pediu se sentindo envergonhada.
Arthur a explicou desde o inicio, tudo que havia acontecido, desde que a encontrara na rua e como chovia muito e algumas ruas se encontravam interditadas o único lugar mais perto e seguro seria seu apartamento do qual havia ganhado do pai quando fez 14 anos que ficava poucos km de onde eles estavam. Foi ai que Lua lembrou do pai e de toda sua aflição no dia seguinte.
- meu pai ele... – levantou num pulo, se desequilibrando e caindo por cima de Arthur na cama. Olhos nos olhos, narizes totalmente alinhados, o coração de ambos batiam freneticamente e um misto de sensações os invadiam por completo. Arthur alisou aquele rosto tão macio, o que a fez fechar os olhos sem perceber, seu perfumo doce e intoxicante nunca sentido antes, respirações falhas, sua mão prendeu a cintura dela com delicadeza a fazendo soltar um gemido baixo sem querer que o deixou completamente extasiado, seus lábios se tocaram tão doce e apaixonante, nenhum dos dois entendiam o que estavam sentido naquele momento, assim que Arthur se prontificou a intensificar aquele beijo que ambos jamais poderiam negar que não queria, um choque de realidade despertou Lua, a fazendo levantar imediatamente e virar-se envergonhada.
- eu... desculpa – Arthur não podia negar que queria aquele beijo mais que qualquer coisa naquele momento mas havia percebido como ele estava.
- tudo bem, eu... preciso ir embora, meu pai ele... – sentiu seus olhos marejarem e uma lagrima solitária escapar pelo seu rosto.
- hey, calma. Não sei o que aconteceu mais vai ficar tudo bem – a virou para si e percebeu que ela chorava, por impulso a abraçou, Lua não esperava mais em momento algum negou aquele abraço, retribuiu o abraçando forte, e chorou tudo que estava preso em sua garganta, e sentiu algo tão estranho, de qualquer forma sentiu tão segura nos braços dele, como jamais seria capaz de se sentir assim com qualquer outra pessoa.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A thousand years

           

                                                    Capitulo 3

   Lua estava extremamente irritada, já não bastava todos os problemas que a mesma enfrentava, ainda teria que aturar Arthur. Quem ele pensava que era afinal? Ele era egocêntrico, coisa que Lua nunca fora, ele achava que o mundo girava em torno dele, e não era bem assim que as coisas funcionariam, não com ela.
   Todos sempre viram Lua, apenas como a nerd esquisita, nunca enxergaram a garota de atitude por trás de todas aquelas roupas largas e aquele jeito tímido. Lua poderia ser bem mais, que todos eles juntos, todos hipócritas, grandes idiotas, que só dava valor ao dinheiro e a sua vida estúpida, idiota, idiota, e idiota de novo e Arthur era o pior deles.
    Depois de desentendimento com o Aguiar, Lua foi direto para a sala de aula, onde chegou um pouco atrasada, mas por ser a melhor aluna da classe não teve problemas quanto a isso. Sentou - se na ultima cadeira da sala, não gostava de chamar atenção, nunca gostou. Não demorou para que Arthur também chegasse, o mesmo dirigiu se para uma das primeiras cadeiras, lançando um olhar para Lua, o que foi totalmente estranho, pelo menos pra Lua. Em tanto tempo estudando juntos e Arthur nunca lhe dirigiu a palavra, tudo bem, aquilo era muito estranho, Lua devolveu o olhar. Nenhum dos dois entendiam o que estava acontecendo, era algo totalmente novo e estranho, era como se o mundo parasse e apenas os dois ali.
   Foram interrompidos, pelo voz do professor. Lua despertou- se do seu transe, estava fora de orbita, não entendia, o que seria aquilo que acabara de acontecer? Arthur por sua vez, permaneceu olhando  a por um tempo, nunca havia reparado nela, mas com certeza ela tinha algo de muito diferente, algo que o intrigava, coisa que nunca tinha acontecido antes. As aulas passaram o mais devagar possível, mas logo chegaram ao fim.
   
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Lua chegou em casa, tudo estava no completo silêncio, ela estranhou, afinal de contas seu pai já deveria ter chegado em casa. Subiu direto pro quarto, mas antes mesmo que pudesse pensar em fazer algo, ouviu o telefone tocar, voltou até a sala, atendendo o em seguida.
- alô? –perguntou.
- Lua? Sou eu o Marcos, seu padrinho filha.
O padrinho, mas havia falado com ele essa manhã, antes de ir para escola, não entendia, alguma coisa estava errada.
- aconteceu alguma coisa padrinho? – perguntou aflita.
- filha fica calma...
- o senhor ta me deixando preocupado, o que esta acontecendo?
- Luinha seu pai ta no hospital.
   Foi a ultima coisa que ela ouviu, antes de largar o telefone, e sair correndo, em direção ao hospital. Já podia sentir as lagrimas cair sobre o rosto, não sabia o que fazer, não podia acontecer nada com seu pai, Deus não permitiria, não com seu pai, a pessoa que mais amava na vida, a única pessoa que tinha no mundo, tudo bem tinha o padrinho, mas não era como seu pai. Depois de perder a mãe, Lua ficou sem chão, eles eram tão felizes, por que meu Deus?
    Como o hospital era longe, teria que pegar um taxi, pois ônibus não passava ali aquela hora, mas era como se todos os taxistas estivesse sumido, droga!!!

***
  Arthur dirigia sozinho naquela avenida movimentada, estava angustiado, vira sua mãe chorar assim que chegou do colégio, não a gostava de ver assim, sabia que ainda sentia muita falta de seu pai, era difícil, sabia que sim, para o mesmo era pior, pois tinha que sustentar tudo calado era o único filho homem, e tinha que cuidar de sua mãe e de Sophia, mas não conseguia suportar ver a mãe e a irmã sofrer tanto, aquilo o machucava muito, o fazia se sentir impotente, talvez por isso, passasse a maior parte do tempo fora de casa, ou em um barzinho, apesar de não gostar de beber ou se atracando com uma piriguete peituda por aí, essa era a vida que ele tinha adquirido depois do falecimento do pai.
   Arthur estava andando sem rumo, não sabia ao certo pra onde, apenas seguia em diante. Mas pode perceber que nunca tinha ido aquele bairro, um bairro de classe media baixa, de fato Arthur não costumava freqüentar aquele tipo de ambiente, mas isso era o que menos importava agora, só queria seguir sem rumo, talvez toda aquela angustia que estava sentido se desfizesse do seu peito.

  Staring out into the world across the street
You hate the way your life turned out to be (Olhando o mundo, do outro lado da estrada
Você odeia o modo como sua vida se tornou)

He's pulling up in the driveway and you don't make a sound
Cause you always learned to hold the things you want to say (Ele está parando na estrada e você não faz nenhum som
Porque você sempre aprendeu a segurar as coisas que quer falar)

You're always gonna be afraid (Você sempre vai ter medo)

There's only  hateThere's  only tears There's only pain (Existe apenas ódio, Existe apenas lágrimas)

There's only pain There is no love here So what will you do? (Existe apenas dor, Não existe amor aqui, Então, o que você irá fazer?)

There's only lies, There's only fears (Existe apenas mentiras, Existe apenas medos)


There's only pain, There is no love here (Existe apenas dor, Não existe amor aqui)

  Lua se sentia sozinha, não podia acreditar que algo poderia acontecer, com seu pai, a pessoa que mais amava na vida, precisava vê-lo, precisava saber se estava tudo bem. A chova caia forte, nenhum taxi, ônibus, nenhum carro e a rua completamente deserta, ensopada deixou que as lagrimas invadisse sua face, aquilo não podia esta acontecendo, não com ela.

Broken down like a mirror smashed to pieces, You learned the hard way to shut your mouth and smile (Abatido como um espelho estraçalhado em pedaços, Você aprendeu o modo mais difícil de fechar a boca e sorrir)

If these walls could talk, they would have so much to say, Cause everytime you fight, the scars are gonna heal, But they're never gonna go away (Se estas paredes pudessem falar, elas teriam muito a dizer, Porque toda vez que você luta, as cicatrizes vão se curar
Mas elas nunca irão desaparecer)


You're falling, You're screaming, You're stuck in the same old nightmare (Você está caindo
Você está gritando)

You're stuck in the same old nightmare, He's lying, You're crying (Você está preso no mesmo pesadelo, Ele está mentindo, Você está chorando)

   Arthur sentiu como a tempestade caia forte la fora, não tinha a mínima idéia de onde poderia estar, a rua parecia totalmente deserta se pudesse ao menos pedir uma informação, mais ao ver era impossível, devido a chuva a sua vista tava ficando embaçada, decidiu por melhor parar o carro isso evitaria um acidente, mas precisava sair do carro para saber onde estava.
   Sentiu todos os seus músculos se contraírem ao sentir o choque da chuva forte e fria que caia sobre si, apesar de ser apenas 17:30hs da tarde, parecia ser noite. Tentou localizar algum ponto, mas nada que lhe servisse  de informação, um bar, uma padaria, um pequeno campo de futebol, já ia voltando do carro, quando escutou algo, como se estivesse sido programado, virou-se para trás  a encontrando esparramada no chão e se contrair de dor.

There's nothing left to salvage, Kick the door cause this is over (Não há mais nada para salvar, Feche a porta porque este é o fim)

Get me out of here, (kick the door) (Leve-me embora daqui (chute a porta))

  Arthur pode a conhecer de imediato, sentiu seu coração se apertar, correu até a mesma, estava ensopada, machucada, céus! O que Lua faria em meio toda aquela tempestade? Perguntou a si mesmo.
- Lua o- que acon-te-ceu  – perguntou com a voz tremula, antes mesmo que a mesma pudesse pensar em responder, a sentiu desfalecer e desmaiar em seus braços.

Escrita por: Wilma Carvalho

N/A: Demorei em sei, desculpas mais não estava conseguindo arrumar tempo pra escrever, acreditem que meus professores já resolveram passar provas e trabalhos? É as coisas tão um pouquinho complicadas, agora então, com o horário de  verão pra bagunçar um pouco nossas cabeças nos primeiros dias, mas tudo bem, espero conseguir escrever mais pra vcs, vamos ver como as coisas vão se encaminhar, mas aqui, o capitulo foi enorme não foi? Quero comentários, deixe suas opiniões, sobre o que acontecera com a Lua e Arthur nos próximos capítulos, agora que eles começaram a se aproximar e o desenvolver da coisa, só tenho a dizer que muitas emoções estão por vim, e ah não esquecem de comentar...
         
         Bjsssssssssss Adoro vocês...
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

A thousand years




Capitulo 2

Lua não entendia como avia chegado ali, suas pernas bambas, coração acelerado as lagrimas caiam mais e mais, hipócrita, isso um bando de hipócritas. Lua não chorava pelo a que aviam feito, na verdade nunca se permitiu importar com esse tipo de coisa, era acostumada, afinal de contas, uma nerd, mau vestida, o que podia ser mais?
   Lua estava sentado em um banco que ficava em um ambiente afastado do colégio, mas na mesma área, era um lugar onde sempre ia, quando queria ficar sozinha ou quando precisava pensar, aquele lugar lhe permitirá sentir em paz, com si mesmo. Lua nunca viu nenhum de seus colegas ou outra pessoa se quer que fosso ali, ela chegou até a julgar de que seria a única a conhecer aquele parte do colégio, e agradecia mentalmente por isso.
   Lua ficou ali, pelo que podia julgar horas, mas não passou mais de 10 minutos,  sozinha ela e seus pensamento, ou talvez não...
    Os pensamentos ainda rodavam a cabeça de Arthur, por que de uma hora pra outra, ele se permitira pensar e se importar tanto com uma pessoa, que não sabia nada mais, nada menos que o primeiro nome, aquilo era de fato algo muito estranho.
  Lua era o tipo de garota que nunca lhe chamou a atenção, esse tipo de gente passava despercebido pelos olhos de Arthur, a não ser que você para curtir com sua cara. Apesar de Lua, ser uma nerd, mal vestida e horrorosa Arthur nunca avia feito nada a ela, não sabia o porque realmente, estudavam juntos a dois anos, quando Arthur reprovou de ano e teve que repeti o primeiro ano novamente. Sempre soube que Lua era muito inteligente, a um tempo atrás ele admirava muito isso. Arthur sempre foi um garoto do bem, não tirava as maiores notas da turma, mas sempre se saia bem em todas as matérias, até em matemática, na verdade era umas de suas matérias preferidas. Mas depois da morte do seu pai, Arthur se fechou completamente, tanto para as pessoas, quando para os estudos, começou a faltar muitas aulas, não se esforçava nas atividades e provas o que o fez repetir de ano
   Talvez de Lua o houvesse conhecido a dois anos atrás, eles podiam ter se dado bem, quem sabe?
   Arthur caminhou direto até uma parte do colégio, que ele achava que ninguém conhecia, nunca avia encontrado ninguém ali. Era um lugar onde lhe transmitia tranqüilidade, sempre que sentia falta do pai e queria ficar sozinho, eis o seu refugio.
   Ao se aproximar, percebeu que não estava sozinho ali, tinha mas alguém, mas quem seria? Escutou alguns soluços, alguém estava chorando, era o que pelo menos ela julgava. Deu mais alguns passos e pode perceber Lua olhar para o nada, as lagrimas corriam pelo seu rosto e o vento soprava forte, fazendo com que seus cabelos voassem contra o mesmo.
 Arthur sentiu seu coração se apertar, não sabia explicar o que estava sentindo, mas ao vê-lo assim, o deixava muito mau. Mas que diabos estava acontecendo, por que ele se importava tanto? Ele não a conhecia, definitivamente não, não era possível. Por mais que sua mente, gritasse para que ele virasse as costas e fosse embora, uma parte de si,o proibia de se afastar dali, e que poder essa parte era mais forte.
- você esta bem? – perguntou se sentando ao lado de Lua. Ela não respondeu apenas continuou olhando o vazio. – olha desculpa se eu te tratei mau, mas é que... bom... eu não sei... mas você podia dizer alguma coisa...
- dizer o que? Obrigado por você se preocupar comigo depois de ter me humilhado, na frente de todo mundo? A ta obrigado por se mais um que tenta tornar minha vida um inferno – disse irônica, mas não o olhou.
- olha desculpa, mais eu...
- quer saber, esquece, vai continua com seus amiguinhos idiotas, já tenho problema demais não preciso que me arranjem mais um. – falou Lua  se levantando em seguida, Arthur segurou seu braço.
- olha foi mau mesmo, mas eu... – Arthur não sabia o que dizer, não sabia o por que de esta ali, se desculpando por isso, ele não era assim, nunca foi, talvez antes, mas isso já fazia muito tempo. – serio, eu não queria ter te feito chorar me desculpa er... – Arthur foi interrompido por uma gargalhada irônica, vindo da figura a sua frente, ele não estava entendendo mais nada.
- me fazer chorar? Garoto deixa de ser estúpido, não me importo, nunca me importei pelo jeito que me trataram, to nem aí  nem pra você muito menos pra eles,  que você acha que eu sou? Uma idiota? Errado, pouco me importa pelo jeito que me tratam, que se danem todos vocês e me solta. – completou e saiu pisando forte.
  Arthur estava boquiaberto, era isso mesmo que havia acabado de escutar? Nunca imaginou que seria assim, imaginou Lua como uma garota frágil e tímida, mas estava enganado e de uma certa forma ou melhor de todas as formas possíveis, ele a intrigava e muito, e ele estava disposto a saber qual era a dela.




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A thousand years



A thousand years


Capitulo 1

  Lua tinha acabado de deixar sua carta no correio e seguia em direção a escola, agora vocês se perguntam que carta seria essa? Bom... desde que Lua entrará para o ensino Médio, ela já teria em mente o que ela queria para seu futuro, ou seja cursar uma boa faculdade nos estados unidos. Lua sempre foi uma boa garota, com notas acima da media, ela nunca teve problemas com isso.
  Ao entrar pelo portão do colégio, Lua pôde perceber que a metade das pessoas a olhavam, sempre foi assim, mas Lua nunca se importou, ela só tinha um lema ali, estudar e passar numa boa faculdade, arrumar um bom emprego e poder cuidar da saúde do pai, que era a pessoa que mais amava no mundo e a única, bom... talvez por pouco tempo, mas isso nem ela mesma sabia ainda...
  Todos aqueles olhares de nojo e incredulidade  sobre si, por mais que as lideres de torcida a zombava pelo o que vestia, o que era simplesmente, uma baby look  rosa claro,uma saia a baixo do joelho, um rabo de cavalo bem feito e um tênis desbotado, Lua nunca se importou e não era agora que se importaria.
   Seguiu direto para o refeitório, desajeitada mente  com seus inúmeros livros sobre o braço, ao parar na entrada do refeitório alguém esbarrou sobre si, fazendo assim que todos seus livros viessem a baixo.
  Lua se abaixou rapidamente, sem nem olhar pra quem avia esbarrado nela, na verdade, apenas pegaria seus livros e sairia dali, não aquentava mais aquele monte de gente a olhando e rindo de si, como eu já disse ela nunca se importou, mas agora as coisas estavam ficando piores, quando o problema era só as pessoas Casoando  dela, ela conseguiria suportar, mas agora seu pai... oh céus, não podia nem pensar no pai, tentava ser forte por ele, nunca chorou na sua frente, tentava esconder a tristeza, mas agora quando estava longe e ao lembrar dele, seu coração se apertava e a vontade de chorar a consumia.
  Pegou todos os livros, mas se manteve abaixada, seja quem fosse quem a avia derrubado, não importava agora, a única coisa que queria era esta longe dali, para poder chorar em paz. Sentiu uma lagrima escorrer dos seus olhos, a limpou rapidamente, mas não conseguiu controlar o turbilhão delas que veio logo a seguir, levantou de pressa, ia se virar e sair correndo, mas sentiu uma mão segurar seu braço, se arrepiou completamente, sentia suas pernas bambas, mas como assim...?
- você ta bem...? – a pessoa pelo qual, tinha a voz mas maravilhosa do mundo, lhe perguntou em tom preocupado?
 -eu...- antes mesmo que Lua pudesse responder uma criatura de lá sei onde apareceu.
- Arthur? Posso saber o que esta acontecendo aqui? – sua voz era completamente irritante.
- ora, como não, apenas perguntando se a nerdizinha precisava de um lenço, oh coitada – mas como assim? Cadê aquele cara totalmente preocupado? É talvez Lua estivesse vendo coisas onde não tinha e pode perceber os risinhos a sua volta, claro aquele era Arthur Aguiar, quem não o conhecia? Sua fama, seu dinheiro, sua estupidez... ele nunca mudaria mesmo, como tinha sido boba.
- não, eu não preciso... – disse apenas e saiu correndo deixando algo cair.
  Não Arthur não queria ter feito isso, como não queria, mas ele era assim e não mudaria. Sem nem ao menos saber por que, mas se sentiu mau por ter feito aquilo com Lua, não entendia o por que, sua vida era atazanar a vida dos nerd’s daquela escola, mas nunca avia feito nada com Lua, se sentiu mau ao vê-la chorando, não queria a tratar mau, talvez o verdadeiro Arthur ainda existia dentro dele, mas isso só viria com o tempo, não tão distante assim.
- idiota – Alice disse rindo,Alice apenas uma líder de torcida fútil, que só servia pras necessidades de Arthur, se é que me entendem. Apesar de ficar com inúmeras garotas, Alice era que digamos... sua ficante  oficial, bem que ela queria mais que isso, mas conhecendo Arthur do jeito que era, sabia que era impossível, ou quase impossível, quase, mas não pra ela. Mesmo não tendo nada fixo com Arthur, ela sabia fingir bem que era, afinal, a popular com o popular, pelo menos era isso que ela achava, doce ilusão.
- é idiota... – falou Arthur sínico, não era isso que queria dizer, mas foi o que disse, a única coisa que não entendia era o porque, ele nunca se importou com ninguém, além de si mesmo, sua mãe e sua irmã o resto que se exploda.
- vou comer alguma coisa, vem gatinho? – perguntou Alice passando o braço ao redor do pescoço de Arthur, Arthur não sabia o porque de ainda a suportá-la, talvez pelo fato de ter seios incríveis, é somente pelos seis, que ela fazia questão de expor bem, com aquele decote absurdo, mas quem se importa?
- vou sim, pode ir na frente... – se afastou de Alice, precisava respirar, essa por sua vez antes de se afastar totalmente, deu lhe um selinho, e apertou sua bunda de leve, nojenta,  se afastando em seguida, lhe deu uma piscadela e adentrou ao refeitório, é somente pelos seios incríveis, era o que Arthur pensava.
  Assim que Alice e suas seguidoras, saíram o deixando sozinho, Arthur decidiu ir em um lugar, que ia sempre para refletir, se bem que nunca funcionou com ele, bom... pelo menos não agora, porque se funcionassem talvez ele pudesse ser diferente, ou talvez, isso estive preste a acontecer... Arthur viu algo brilhando no chão  e se abaixou rapidamente, era um colar, onde avia um coração, daqueles que vinham com suporte para foto, Arthur abriu o coração e pode encontrar uma minúscula foto, de uma linda criança de mais ou menos 6 anos e uma linda mulher loira, as duas sorriam, pareciam muito feliz, e aquela criança ele bem sabia quem era, mas não queria se preocupar com isso agora, precisava, encontrar a “nerdizinha” como ele avia a tratado minutos antes, de uma certa forma, da qual não conseguiu imaginar, ela o intrigava como ninguém nunca antes, colocou a colar no bolso da calça, ele iria procurá-la, não sabia pra que, só faria o que sentia eu devia naquele momento, algo de errado estava acontecendo com ele, e ele precisava saber o que era.

Escrita por: Wilma Carvalho
E aí rola comentários...?

terça-feira, 14 de agosto de 2012

(Nova Web Novela) - A thousand years

Sinopse:

Eu morri todos os dias esperando você, amor não tenha medo
Eu te amei por mil anos, eu te amarei por mais mil...”

Um amor que parecia impossível, quantas historias você já leu ou assistiu assim...? a nerd se apaixona pelo bad boy...? mas essa historia tem um fundo, que talvez poucos sabem...o que ele era... o que ela se tornou... o que os dois juntos construíram... amor?...talvez...ou mais que provável... curioso?
Então não perca “A thousand years” eu tenho certeza que vocês iram torcer por esse romance até o final...

Personagens: 

Lua Blanco:                                       

Lua sempre foi o tipo de garota exemplo, sempre se importando com as pessoas próximas de si e não só com ela mesma. Seu jeito estudioso e bondoso de ser, fez com que a vissem como a tal “ nerd” do colégio, mas Lua sempre se mostrou mais que isso, só quem a conhecia de verdade, sabia a garota atitude de roupas largas  que se escondia atrás de livros. Lua desde pequena teve que aprender a se virar, sua mãe morreu de câncer quando Lua tinha dez anos e desde então ela vivia com o pai, que era tudo na vida da garota, esse por sua vez, não vivia sem a sua princesinha, como chamava Lua.

Arthur Aguiar:

Arthur Aguiar, o mauricinho do colégio, ele sempre teve tudo que quis, Arthur nunca soube o que era ter limite, assim é o Arthur de hoje. Mas quem o conhecia a dois anos atrás, não diria que era a mesma pessoa, Arthur era totalmente oposto do que é hoje, uma pessoa alegre e de bem com a vida. Arthur perdeu o pai a dois anos atrás e em maior parte o seu comportamento se reflete através disso, Arthur amava muito seu pai e não suportou perde-lo o que o fez o garoto sem limites e totalmente revoltado. 


A web não vai ser muito longa... TALVEZ... terá poucos capítulos, mas prometo que vai ser legal...ou pelo menos espero...
  
estreia: ainda não definida.

e aí curiosos???

Autora: Wilma Carvalho